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Ataque Panico Como Resolver

A falta de controlo sobre seus pensamentos fortalece a sua ansiedade. À medida que os pensamentos negativos ficam mais fortes a sua ansiedade fica mais forte. Você precisa aprender a lidar com a sua mente e a controlar os pensamentos.
Os sentimentos e as emoções são combustíveis para a ansiedade e fortalecem-na. Você precisa aprender a disciplinar e auto-controlar os sentimentos, e você também precisa desenvolver o desapego emocional e mental às sensações físicas desconfortáveis.

Conselho do Psicologo

CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO PARA PERTURBAÇÃO DE PÂNICO

A. Ambos (1) e (2):

(1) Ataques de Pânico.

(2) Pelo menos um dos ataques foi seguido por um mês (ou mais) de um (ou mais) dos seguintes:

(a) preocupação persistente acerca de ter novos ataques;

(b) preocupação acerca das implicações dos ataques ou das suas consequências (por exemplo, perder o controlo, ter um ataque de coração ou «enlouquecer»);

(c) uma alteração significativa no comportamento relacionada com os ataques.

Psicoterapia Ataque de Panico

Sinais e Sintomas de um Ataque de Pânico

Os ataques de pânico, surgem muitas vezes quando a pessoa está afastada da sua casa ou do local que considera seguro, mas também podem surgir em qualquer lugar e em qualquer momento. Podem surgir quando está nas compras, a andar na rua ou a conduzir, por exemplo.

Os sintomas físicos de um ataque de pânico surgem rapidamente e, normalmente, atingem o seu máximo até 10 minutos. Os sintomas terminam habitualmente em 20 a 30 minutos.

Um ataque de pânico inclui uma combinação dos seguintes sintomas (não é necessário que a pessoa apresente todos estes sintomas):
  • Batimento cardíaco acelerado ou palpitações.
  • Falta de ar ou hiperventilação.
  • Sensação de sufocação.
  • Suores.
  • Tremores.
  • Dor ou desconforto no peito.
  • Sentindo que o que está à volta não é real.
  • Náuseas ou mal-estar abdominal.
  • Sensação de tontura ou desmaio.
  • Dormência ou formigueiros.
  • Sensação de quente ou frio interior.
  • Medo de morrer, perder o controlo ou enlouquecer.

Sinais e Sintomas da Perturbação de Pânico

Muitas pessoas tiveram um único ataque de pânico, sem terem tido novos episódios ou quaisquer complicações. No entanto, algumas pessoas que já tiveram vários ataques de pânico desenvolvem um problema de ansiedade que se chama Perturbação de Pânico.

A Perturbação de Pânico é caracterizada por ataques de pânico repetidos, juntamente com mudanças importantes no modo de vida e com uma preocupação constante sobre a possibilidade de vir a ter mais ataques de pânico.

O seu problema de ansiedade pode ser uma Perturbação de Pânico, se:
  • tem a experiência de ter ataques de pânico frequentes que surgem "vindos do nada".
  • tem uma grande preocupação com a possibilidade de vir a ter outro ataque de pânico.
  • o seu comportamento mudou devido aos ataques de pânico. Por exemplo, passou a evitar determinados lugares onde já teve ou pensa vir a ter um ataque de pânico.
Apesar de um ataque de pânico só durar alguns minutos, os seus efeitos deixam uma marca duradoura. A memória do medo e do mal-estar que sentiu durante os ataques de pânico provoca um impacto muito negativo na auto-confiança o que geralmente conduz a alterações no modo de vida.

Quando começar a sentir que está a alterar a sua vida, no sentido de contornar ou controlar os ataques de pânico, habitualmente deixa de fazer o que mais gosta e de estar com quem mais quer. Este condicionamento leva muitas vezes à depressão. É por esse motivo que é tão importante procurar ajuda o mais rápido possível.

Ansiedade Antecipatória - É a ansiedade e tensão que sente após o período de ataque de pânico ter passado. É uma ansiedade constante, elevada e muito desconfortável, mas não é tão elevada como no ataque de pânico. Essa ansiedade resulta do receio de vir a ter outros ataques de pânico. É uma espécie de "medo do medo" que está sempre presente na perturbação de pânico e é extremamente incapacitante.

Evitamento Fóbico - No início algumas situações são evitadas; com o passar do tempo e sem psicoterapia, o evitamento alastra-se a um número cada vez maior de situações; passam a ser evitados quase todos os locais em que pensa que pode vir a ter um ataque de pânico ou que pode ser difícil sair desse local ou que não terá ajuda se tiver um ataque de pânico; todos estes locais passam assim a ser evitados.