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Dr. Pedro Albuquerque
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ansiedade


Como aumentar a Inteligencia Emocional

Para fazer aumentar a sua inteligência emocional deve aprender as seguintes habilidades. Cada uma tem de ser construída a partir da anterior:
Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de rapidamente reduzir o stress.
Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de reconhecer e gerir as suas emoções.
Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de se ligar com os outros utilizando comunicação não verbal.
Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de utilizar o humor e a diversão para lidar com desafios.
Habilidade da inteligência emocional: A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança.

Conselho do Psicologo

Psicoterapia e o caminho para uma melhor inteligência emocional

As competências de inteligência emocional podem ser desenvolvidas no decorrer da sua vida e mais concretamente através da psicoterapia. Aumenta a sua inteligência emocional ao aprender como rapidamente pode reduzir o stress, ligar-se às suas emoções, comunicar de forma não verbal, utilizar o humor e a diversão quando lidar com desafios, e a lidar com os conflitos de forma segura e confiante.

Psicoterapia da Inteligencia Emocional

O que é a Inteligência Emocional

A inteligência emocional é a capacidade de identificar, utilizar, compreender e gerir as suas emoções de forma positiva e construtiva. É reconhecer o seu próprio estado emocional e o estado emocional dos outros. A inteligência emocional é interagir com os outros de forma que faça atrair pessoas.

A inteligência emocional consiste em quatro capacidades principais:


  • Auto-consciência - A capacidade de reconhecer as suas próprias emoções e a forma como afectam os seus pensamentos e comportamento, conhecer os seus pontos fortes e as suas fragilidades e ter auto-confiança.

  • Auto-gestão - A capacidade de controlar comportamentos e sentimentos impulsivos, gerir as suas emoções de forma saudável, ter iniciativa, cumprir compromissos e adaptar-se às mudanças das circunstâncias.

  • Consciência social - A capacidade de compreender as emoções, necessidades e preocupações de outras pessoas, captar os sinais emocionais dos outros, sentir-se confortável em situações sociais e reconhecer a dinâmica do poder num grupo ou organização.

  • Gestão de relacionamentos - A capacidade de desenvolver e manter bons relacionamentos, comunicar de forma clara, inspirar e influenciar terceiros, trabalhar bem em equipa e gerir conflitos.

Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectual

A maioria de nós aprendeu a não confiar nas nossas próprias emoções. Foi-nos ensinado que as emoções distorcem a informação mais correcta que é fornecida pela racionalidade.

O próprio termo “emocional" passou a significar fraqueza, falta de controlo, e até infantilidade.

"Não sejas criança!", é o que dizem à criança que chora.

"Não sejas infantil! Vê se cresces!", é o que dizem ao adulto emocionalmente mais sensível.

Por outro lado, a nossa capacidade para resolver problemas, utilizar a linguagem e fazer cálculos matemáticos, são medidas nos testes e reveladas nas notas que recebemos. Por fim, estas capacidades intelectuais ditam qual o percurso académico ou profissional que iremos escolher, desde a universidade até ao emprego. As contratações profissionais eram e ainda são muito o resultado deste ponto de vista. A primazia da componente racional sobre a componente emocional.

No entanto, a inteligência intelectual é por norma menos importante que a inteligência emocional ao determinar quão bem sucedidos seremos na nossa vida pessoal e profissional. Todos nós conhecemos pessoas que são academicamente brilhantes mas socialmente inadaptadas e mal sucedidas. Todos sabemos de que nada vale a um gestor de empresas o seu brilhantismo intelectual, a sua capacidade de análise macro e micro sistémica, a sua capacidade de visão estratégica e de mercado, se não conseguir captar e desenvolver a realidade da força de trabalho que são as pessoas que com ele colaboram, desde os seus funcionários, aos clientes até aos fornecedores. Por outro lado, de que vale a excelente capacidade técnica do colaborador de uma empresa se os problemas que tem para resolver implicam a relação com a chefia, com os demais colegas e com os clientes.

O que se salienta é a necessidade de desenvolver a inteligência emocional. Por esse motivo as empresas estão cada vez a dar mais importância a este conceito de inteligência emocional.

Como aumentar a Inteligência Emocional

Existe um fosso gigante entre o que entendemos ter de ser feito para mudar a nossa vida e o que fazermos na realidade.

Existem muitas coisas que sabemos e queremos fazer para mudar a vida pessoal e profissional, mas não o fazemos, ou não conseguimos fazer quando somos pressionados para essa mudança.

Esta é a primeira coisa que devemos aprender para desenvolver Inteligência Emocional.

A inteligência emocional deve ser aprendida e compreendida ao nível das emoções. Não podemos simplesmente ler sobre inteligência emocional ou dominá-la através da memorização.

A maneira certa para desenvolver a inteligência emocional de forma que produza mudanças, é activar as partes emocionais do cérebro que nos ligam aos outros. Este tipo de aprendizagem é baseado no que vemos, ouvimos e sentimos. A compreensão intelectual é um primeiro passo importante, mas o desenvolvimento da inteligência emocional depende na aprendizagem sensorial e não verbal, e na prática efectuada na vida real.

A inteligência emocional consiste de cinco habilidades chave, cada uma construída a partir da anterior:
  • A capacidade de reduzir rapidamente o stress.
  • A capacidade de reconhecer e gerir as emoções.
  • A capacidade de se ligar aos outros utilizando comunicação não verbal.
  • A capacidade de utilizar o humor e o divertimento para lidar com desafios.
  • A capacidade de resolver conflitos de forma positiva e com confiança.