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Dicas para Desenvolvimento Infantil

Demonstre interesse pelos desenhos do seu filho, pergunte-lhe o que é, e converse sobre o desenho. Esses momentos de interacção são muito importantes para a criança.
Guarde algumas das suas obras de arte com a data em que foram feitas para mais tarde lhe mostrar, ou pendure-as na parede da cozinha.
A atenção que der aos desenhos irá contribuir para a construção de uma boa auto-estima.
Lembre-se que mesmo não compreendendo o seu conteúdo, nenhum rabisco é feito ao acaso, todos têm um sentido e demonstram a forma da criança pensar e de sentir.

Psicoterapia Infantil

Como Funciona a Psicoterapia nas Crianças na Clínica Psicologia Lisboa

A psicóloga de crianças estabelece uma base segura com os educadores, para que estes possam apoiar as mudanças de comportamento da criança. Estabelece-se assim uma relação sincera e de confiança com os pais e lançam-se sugestões de mudança para todos os contextos aonde a criança circula.

Na psicoterapia em crianças, a psicoterapeuta alivia a angústia e melhora o funcionamento psicológico da criança. A criança aprende estratégias eficazes para lidar com as situações mais difíceis e desenvolve formas de adaptação saudáveis.

As técnicas terapeuticas utilizadas são escolhidas consoante as necessidades de cada criança e de cada família, desde jogos, brincadeiras, histórias, trabalhos artisticos, conversas, dramatizações, entre outras.

As competências sociais, a segurança, a responsabilidade, a empatia e o auto-controlo são promovidas e monitorizadas nas sessões de psicoterapia, sendo que após a aquisição dessas mesmas competências a psicoterapeuta, através dos pais, vai-se certificando de que a criança aplica no mundo real o que aprendeu.

A psicoterapia em crianças exige uma compreensão do desenvolvimento infantil e juvenil e o conhecimento teórico e experiência clínica, para que a escolha de objectivos e intervenções seja a mais adequada ao processo e ao nível de desenvolvimento da criança.

A Psicoterapia nas Crianças é diferente da Psicoterapia nos Adultos

  • Regra geral não são as crianças que procuram a psicóloga mas sim os seus pais. Enquanto o adulto quando procura a psicoterapia vem motivado para a descoberta de si e para implementar estratégias de vida que o conduzam à mudança, as crianças por seu lado, muitas vezes não sabem porque foram conduzidas ao consultório de psicologia. Podem não se sentir motivadas para tal e inclusivamente podem inicialmente opor-se à psicoterapia. Na Clínica Psicologia Lisboa damos especial atenção a esta fase inicial do encontro entre criança, psicóloga e pais, procurando sempre encontrar um equilibrio entre o ritmo de mudança da criança e as necessidades dos pais.


  • As crianças podem levar algum tempo a entender que devem falar de si mesmas, sobre os seus problemas e sobre aquilo que as aflige. Este tempo é encurtado pela confiança que a criança estabelece com a psicóloga.


  • Muitas das vezes as crianças ainda não desenvolveram as capacidades cognitivas e verbais que são necessárias para explicarem o que se passa com elas e para entenderem a psicoterapeuta. Para isso, a psicóloga utiliza a ferramente psicoterapeutica que considera mais adequada para desenvolver a capacidade de comunicação da criança. Essas ferramentas poderão ser as conversas, os desenhos, brincar com bonecos, etc.


  • As crianças e o seu comportamento dependem em grande parte do mundo que as rodeia, nomeadamente, da família, dos professores e dos amigos. Também a família tem grandes preocupações pela criança. Nesse sentido, a psicóloga mantém um contacto regular com os educadores da criança.

A Psicoterapia Individual em Crianças na Clínica Psicologia Lisboa está especialmente indicada para qualquer um dos seguintes problemas:

  • Confusão acerca de quem é e o que quer da vida.
  • Enurese e Encoprese.
  • Sentimento de medo, Pânico e Ansiedade.
  • Hiperactividade.
  • Sentimento de tristeza ou Depressão.
  • Comportamentos prejudiciais, como auto-agressão, problemas alimentares.
  • Fobias, Obsessões.
  • Problemas de oposição e desafio de limites em relação à Família ou à Escola.
  • Dislexia, Disortografia e Discalculia.
  • Dificuldade em lidar com o Luto.
  • Dificuldade em lidar com a reorganização de familias recompostas, ou com a separação dos pais.
  • Situações em que a criança é vitima de Violência, Abuso, Trauma ou Bullying.
  • Problemas de comunicação, falta de assertividade, timidez.
  • Baixa auto-estima, e baixa tolerância à frustração.
  • Dificuldade em Adquirir Competências Sociais, nomeadamente expressar os seus sentimentos adequadamente, exprimir as suas necessidades convenientemente.

Que Tipos de Terapias são Utilizadas em Psicoterapia nas Crianças na Clínica Psicologia Lisboa

A Psicoterapia Dinâmica
Sendo que o nosso comportamento é influenciado por impulsos, desejos, e necessidades que não são imediatamente identificadas pelo nosso consciente, a criança é convidada a expressar, elaborar e tomar consciência dos seus sentimentos e a aprender formas mais eficazes de lidar com as suas necessidades.

A Psicoterapia Comportamental
A criança vai aprender a não dar tanta importância às situações menos boas e a moldar o seu comportamento através do reforço positivo.

A Psicoterapia Cognitiva
A criança vai aprender a reagir melhor a pensamentos negativos, a não dar tanto ênfase às situações desagradáveis e a conter as reacções exageradas.

A Ludoterapia
As brincadeiras são uma excelente forma de expressão da criança, já que brincar com uma criança equivale a falar com um adulto. Quando as crianças não verbalizam porque não podem ou porque ainda não conseguem falar sobre os seus sentimentos podem representá-los através do brincar e do desenho.

A Importância do Jogo na Psicoterapia em Crianças


O Jogo é uma ferramenta psicoterapêutica eficiente e importante na medida em que contribui para a formação corporal, afectiva e cognitiva da criança, exactamente por ter uma característica lúdica atractiva.

O Jogo permite a promoção de valores, como o respeito pelas outras pessoas e pelas regras sociais. Através do Jogo e do brincar, a criança expressa as suas fantasias, os seus desejos e as suas experiências reais de um modo simbólico, onde a imaginação e a criatividade fluem livremente.

Através do brincar, a criança lida com a sua realidade interior. Brincar com o seu próprio corpo significa descobrir-se a si mesma. É também raciocinar, descobrir, persistir e perseverar; aprender a perder percebendo que haverá outras oportunidades para ganhar; esforçar-se, ter paciência e não desistir quando o jogo ainda vai a meio. Ter prazer em brincar é ter prazer em viver.

A brincadeira simboliza a relação pensamento-acção da criança, e, sendo assim, constitui-se provavelmente na matriz da expressão da linguagem (gestual, falada e escrita).

Brincadeiras com o corpo em movimento auxiliam as crianças a compreender e a relacionar os conceitos de perto, longe, atrás, mais perto, em cima, na frente.

A criança precisa de brincar para ter alegria e prazer para crescer, e precisa do jogo como forma de equilibrio entre ela e o mundo. É através do lúdico que a criança se desenvolve e aprende a interagir.

O Jogo é o melhor caminho para descobrir a personalidade da criança. Se a criança preferir os jogos de composição ou os que se desmancham, poderá deduzir-se que tem um espírito de construção e consquista, se preferir os de invenção ou os de análise, poderá deduzir-se uma tendência para a vida activa ou para a especulação; se preferir os jogos sossegados ou os violentos poderá deduzir-se a tendência contemplativa ou activa; se joga com ordem ou desordenadamente, se é constante nos seus jogos ou se varia a cada momento, se prefere jogar acompanhada ou se quer jogar sozinha, se manda ou obedece.

O Jogo demonstra-nos a psicologia da criança e curiosamente, a personalidade do adulto no trabalho ou no convívio social, é ainda o reflexo da personalidade que demonstrou com os seus jogos quando era criança.

A Importância do Desenho na Psicoterapia em Crianças


Quando uma criança desenha está a expressar os seus sentimentos e a revelar o que está no seu inconsciente. Os seus desenhos retratam aspectos do seu dia-a-dia e da sua vida afectiva.

Por volta do 1º Ano de vida a criança já é capaz de produzir pequenos rabiscos.

Por volta dos 3 a 4 anos de idade a criança já consegue elaborar desenhos mais significativos.

Por volta dos 7 anos de idade os desenhos já estão inseridos num contexto coerente, integrando bonecos, pessoas e paisagens.

O desenho das crianças evolui com a idade e não se rege pelos padrões estéticos dos adultos. A evolução é semelhante na maioria das crianças, estando no entanto, dependente de diferenças individuais como a sensibilidade, bem como da estimulação e do reforço dos educadores.

No final do 1º Ano de vida, a criança já é capaz de produzir os primeiros traços gráficos, uma vez que já há domínio da sua motricidade e coordenação visual e motora. Esta fase é conhecida como a fase dos rabiscos e garatujas.

Por volta dos 3 a 4 anos de idade, a criança desenvolve a intenção de criar imagens, integrando percepção e imaginação. Nesta fase, surge o desenho da figura humana (cabeça, pernas e braços) e as cores começam a desempenhar um papel mais relevante.

Quando a criança entra na escola, por volta dos 6 a 7 anos de idade, verifica-se uma diminuição da produção gráfica, uma vez que a escrita passa a ser concorrente do desenho. Os desenhos, nesta fase, têm uma maior noção de espaço e surge a linha de base, sobre a qual é criado o desenho. As figuras humana têm mais pormenor e surge a distinção dos sexos através da roupa e dos cabelos.

Por volta dos 12 a 13 anos de idade surge a noção de perspectiva e de profundidade. Na figura humana as características são exageradas e as proporções são melhor conseguidas. Há uma maior consciência visual na utilização da cor e um maior realismo.